As casas inteligentes integram um conjunto de dispositivos de acompanhamento e de apoio para permitir que as pessoas envelheçam no lugar de forma mais eficaz. Estas casas têm tecnologias que geralmente podem ser agrupados em seis categorias.

Categorias

  • Monitoração fisiológica. Geralmente incide sobre os sinais vitais – de açúcar no sangue e bexiga e evacuação intestinal.
  • Monitoramento funcional para emergência. Com detecção e resposta, incluindo medidas de nível de atividade geral, marcha, e ingestão de refeições Além disso, também faz identificação de longos períodos de tempo sem atividade que podem ser motivo de preocupação.
  • Acompanhamento e assistência de segurança.
  • Monitoramento de segurança e assistência.
  • Monitoração de interação social e assistência.
  • Assistência cognitiva e sensorial.

Mais notáveis casas inteligentes

A seguir estão algumas das mais notáveis casas inteligentes baseadas em universidades.

A Aware Home Research Initiative no Georgia Institute of Tecnology  

Construída em três andares, a casa possui 5.040 pés quadrados. Com design, desenvolvimento e avaliação de futuras tecnologias domésticas em um meio ambiente realista.

A casa avalia computação ubíqua com sensores monitorados por computador. Onde pode-se inferir padrões de atividade, incluindo detecção de emergência, ou identificar quando as pessoas com dificuldades de memória podem precisar assistência.

Gator Tech Smart House da Universidade da Flórida

Para os idosos e pessoas com deficiência.  Usa sensores ambientais para monitorar a condição para que seja livre de riscos para causar danos e seja segura.

Utiliza tecnologias de lembrança e aviso, sensores de temperatura, monitoramento de atividades, detecção de quedas e tecnologias biométricas para monitoração fisiológica.

Projeto MavHome na Universidade do Texas em Arlington

É focada no desenvolvimento de previsão de contexto. Dessa forma identifica o risco de eventos futuros, tal como uma queda potencial. Robótica e inteligência artificial são testados para investigar padrões de atividade.

Laboratório de sistemas multi-agente da Universidade de Massachusetts em Amherst

O laboratório desenvolveu agentes inteligentes independentes que ajudam a automatizar algumas tarefas diárias. Que são feitas atualmente por seres humanos, com ênfase na melhoria da eficiência e qualidade do serviço.

Estes incluem agentes aquecedores de água, máquinas de lavar louça e aspiradores de pó que operam autonomamente, implantado em um ambiente simulado de casa inteligente.

Instituto de Tecnologia de Massachusetts – grupo House_n

Também conhecido como a “casa do futuro”, propõe um sistema de prestação de serviços inteligentes. Passivamente coleta dados sobre as atividades na casa. Estes podem ser usados para identificar momentos em que a intervenção humana pode ser necessária.

O sistema inclui sensores que ajudam a coleta de informações sobre as atividades de vida diária (por exemplo, tomar banho, vestir, comer e ir ao banheiro) e algoritmos para reconhecer e classificar as atividades que não são diretamente observados, mas inferidas, com base em padrões de atividade de sensores de movimento.

Casa inteligente do Dr. K. Matsuok, em Osaka, Japão

A automaticamente detecta eventos incomuns que podem ter sido causados por um acidente ou uma doença. Faz isso através de seus 167 sensores que traduzem sinais do sensor brutos em dados comportamentais.

Projeto Envelhecimento no Lugar, Universidade de Missouri-Columbia

Inclui as iniciativas Senior Care e TigerPlace. Este modelo permite aos adultos mais velhos permanecerem no ambiente doméstico de sua escolha, com a ajuda de serviços de cuidados de saúde.

O principal objetivo deste projeto é a realização de pesquisa interdisciplinar para implementar métodos eficazes de cuidar de os idosos que desejam “envelhecer na residência”. Por exemplo, a residência TigerPlace tem sensores sem fio conectados a pequenos computadores que detectam o declínio funcional dos idosos.

Robôs de apoio

Os robôs de apoio mantém potencial para auxiliar em atividades vitais. Incluindo um novo robô chinês que pode cozinhar e entregar uma variedade complexa de pratos, ou a robô Pérola, que lembra as pessoas sobre as atividades tais como comer, beber, tomar remédio e usar o banheiro.

David Lederman é presidente da Lederman Consulting & Education e organizador dos Workshops Oficiais do Disney Institute no Brasil.

Fundador da Escola Nacional de Qualidade de Serviços (ENQS) e Professor de Pós Graduação no curso Gestão de Processos e Serviços da Fundação Vanzolini.

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